sábado, 27 de fevereiro de 2016

#thoughts

Gosto de pensar que não penso demais, acredito nisso e transpareço-o de uma forma tão realista que até eu penso tratar-se de algo verdadeiro, mas a única verdade é que não suporto que saibam e percebam o quão penso e repenso no mundo...

Nos últimos tempos tenho sido atormentada com pensamentos muito concretos acerca de arriscar ou manter-me na minha zona de conforto. Arriscar é sem dúvida por me à mercê do Fado, um ato pode tornar as coisas muito melhores como, por outro lado, pode estragar tudo, o que não depende apenas de mim...logo, optar pelo risco independentemente de tudo (resultando num sonho ou num pesadelo), ajudar-me-ia a "pôr os pontos nos ís" e sem dúvida que depois esta "dor de pensar" acabaria por passar! Manter-me na minha zona de conforto já é o habitual, assim posso não viver um conto-de-fadas mas também não me arrisco a um filme de terror. Contudo, por nada fazer, torna-se mais complicado livrar-me do pensamento pois presumo que se fizesse algo talvez resolveria a situação!


Odeio que os meus pensamentos (estúpidos e ridículos) me perturbem o sistema, que me entrem na cabeça e fiquem lá alojados como parasitas devoradores do meu sossego e quietude! Ninguém, nem nada, tem o direito de deixar outro alguém tão irrequieto...simplesmente não me chateiem, não me perturbem as emoções, não me ponham o coração aos saltos e o estômago às voltas. Por outro lado, sabe bem as borboletas na barriga, aquela adrenalina, derivadas da novidade!

Uma coisa é certa quem não arrisca não petisca, o problema é que não quero apanhar nenhuma intoxicação alimentar (caso a coisa dê para o torto)!

A minha cabeça está uma autêntica mistela de pensamentos!

O que é que faço?