domingo, 17 de setembro de 2017

INTRARAIL: Dois dias no Porto, 1º Dia


Alo!

A nossa terceira paragem foi o Porto e, apesar desta cidade já ter sido visitada pela a maior parte dos elementos do grupo, era impensável não parar na winterfell portuguesa uma vez que andámos a devastar o Norte do país.


INTRARAIL: Dia 4


Para usufruir bem do Porto, que é uma cidade com imensos pontos turísticos, chegámos bem cedo à estação de comboios São Bento: às 9:14! Esta estação é conhecida pelos azuleijos onde estão retratados momentos históricos muito importantes a nível nacional, é lindíssima e foi o primeiro spot desta belíssima cidade para uma fotografia. Ainda na estação de São Bento, tratámos de despachar os nossos tormentos (mochilas), à semelhança do que fizemos em Viana do Castelo e Braga. Mas, desta vez, resolvemos não ir à pousada da Juventude uma vez que a distância ao centro impossibilitava irmos a pé, pelo tempo perdido. Além disso, pagar o autocarro não se justificava, pois saíria mais caro do que deixar as mochilas nos cacifos da estação que foi o que optámos por fazer.


Da estação partimos à aventura pelas ruas movimentadas do Porto!

Primeiro dirigimo-nos à Torre dos Clérigos, que visitámos por 4€. Gosto especialmente da vista do zimbório sobre a cidade e, já no contexto da exposição, não posso deixar de referir a ornamentada igreja que salta à vista de qualquer um.






De seguida passeámos pela invicta, passando propositadamente por vários pontos turísticos. Seguimos direção à Livraria Lello, a qual inicialmente tecionáva-mos visitar mas as filas de espera, primeiro para comprar o bilhete - 4€ - e depois para entrar na livraria, eram too much e resolvemos vê-la de fora! Uma vez no Porto, se tiverem oportunidade, é um ponto turístico emblemático que devem visitar, o grupo é que estava um bocadinho condicionado com o tempo e não quisemos arriscar.

Daí seguimos pela Rua das Carmelitas em direção à Praça de Gomes Teixeira, onde vimos a Fonte dos Leões, o edifício principal, e o mais central, da Universidade do Porto e visitámos a Igreja do Carmo (a mais bonita até ao momento). Descemos pela Rua Campo dos Mártires da Pátria, passando pelo Centro Português da Fotografia de fachada amarela e, em seguida, dirigimo-nos ao Mc Imperial para ver o considerado o Mc mais bonito do mundo, e é realmente bonito (até demais para um Mc ahah).







Subimos a Avenida dos Aliados, em direção à Câmara Municipal, passámos pelo Monumento Garret, pela Igreja da Santíssima Trindade, que visitámos, e pelo Metro da Trindade. Depois dirigimo-nos pela Rua Fernão Magalhães e fomos almoçar pelas 13h ao restaurante Santiago na Praça dos Poveiros. O serviço excelente e, claramente, o empregado de mesa foi escolhido a dedo para um grupo de miúdas jovens como nós, sempre muito animado e prestável.







Após o almoço e com as energias restabelecidas, rumámos à Sé Catedral do Porto, passando a caminho por várias atrações turísticas como a Praça da Batalha, o pomposo Café Magestic e o mercado do Bolhão que é tão giro. Se são, tal como eu, amantes de mercados e daquele ambiente agitado próprio do comércio de rua este é um local que deverão visitar.







Já na Sé, visitámos a sua capela e o seu mosteiro que não sendo nada de extraordinário são bonitos. Por outro lado, no exterior têm outra vista fantástica sobre a invicta. De seguida, seguimos pela Rua de Dom Hugo, em direção à Ponte D. Luís I, que atravessámos. Este passeio é algo obrigatório que não deverão deixar por fazer numa visita ao Porto.









Do lado oposto da ponte temos Gaia! Lá subimos à Serra do Pilar e nesta tínhamos pensado visitar o Mosteiro do Pilar e subir ao zimbório, mas para grande azar nosso dia 4, segunda-feira, era o dia em que se encontrava encerrado! Mesmo assim, não desanimá-mos e usufruímos mais uma vez de uma vista fabulástica da cidade, numa perspetiva diferente das que já tinhamos experienciado nesse dia, do outro lado do Rio Douro.






Em seguida, e com uma ajudinha extra fomos ao Palácio de Cristal a pé! Passámos novamente por alguns dos pontos turísticos que tivemos a oportunidade de visitar nesse mesmo dia e parámos no Parque do Horto das Virtudes. Este percurso é bastante custoso de se fazer, mas vale a pena! Se não quiserem e não gostarem de dar corda aos sapatinhos aconselho a utilizarem os autocarros que têm à vossa disposição.



A parte o caminho sabem o que soube mesmo bem? CHEGAR ao destino! É um local muito bonito, com jardimzinhos muito arranjados que envolvem o Palácio de forma encantadora. Para além disso, como estava a decorrer a Feira do Livro o caminho encontrava-se iluminado por candeias e era final de tarde, por isso o grupo acrescentado (os seus cinco elementos mais um extra, a nossa ajudinha sem a qual chegar ao destino sem nos perdermos seria impensável) sentou-se numa clareira a ver um perfeito pôr-do-sol sobre o rio.



Por fim, jantámos, despedimo-nos e corremos para apanhar o autocarro 200 rumo à pousada da Juventude e ao descanso de guerreiro merecido!



Passámos dois dias na invicta, por isso estejam atentos que mais aventuras virão!


xoxo,
Lua