quarta-feira, 27 de setembro de 2017

INTRARAIL: Um dia em Espinho


Alo!

No seguimento da coletânia de posts sobre o intrarail, que fiz no final deste Verão, venho hoje dar-vos a conhecer um pouquinho de Espinho. Tenho pena não ter disfrutado mais desta cidade e, em especial, da praia, pois é uma cidade costeira que no pico do Verão deve ser mesmo TOP para alguns desportos aquáticos!! Infelizmente em Setembro, o vento frio já se faz sentir e tirar a roupa para fazer praia é custoso.

Relativamente à pousada da Juventude de Espinho, só tenho uma coisa menos boa a apontar: a distância ao centro! É uma pousada longe do centro para se ir a pé e de autocarro não compensa, porque, primeiro, até mesmo o autocarro pára longe da pousada e, segundo, é no meio do nada, sem casas ou comércio à volta. Por outro lado, para saídas à noite o táxi é uma boa opção, uma vez que ida e volta fica em aproximadamente 7 euros (relativemente acessível!!). Em termos de condições, a pousada é excelente e algumas de nós considerámos a melhor neste aspeto, tem decoração muito moderna e super juvenil.


INTRARAIL: Dia 5 (continuação)


Dando continuidade à viagem, chegámos ao final da tarde a Espinho e sendo que começara a escurecer o que fizemos foi pegar nas mochilas, comprar qualquer coisa volante para o jantar e fazer um picnic na praia, com Casal Garcia e tudo! Passámos pelo Casino ao dirigimo-nos para a praia, e percorremos a marginal até encontrarmos o spot ideal para um fim de tarde à beira-mar!






Já tínhamos tido a oportunidade de assistir ao pôr-do-sol sobre o Rio Douro, no Porto. Em Espinho, comtemplámos o pôr-do-sol, desta vez sobre o mar: simplesmente fantástico. Sou uma amante de praia: adoro o mar, a areia e, em especial, o som da rebentação e aquele cheirinho a maresia que se difunde. A única coisa que dispensava era o vento frio que me gelou completamente, deste das pontas dos dedos dos pés até às pontas dos fios de cabelo. 




Em seguida e depois do belo repasto, pegámos nas mochilas e fizemos-nos à estrada: longo, longo foi o caminho, mas chegando à pousada logo nos animámos com as excelentes condições!!


INTRARAIL: Dia 6


No dia seguinte, tomámos o pequeno-almoço na pousada e resolvemos dar uma voltinha por Espinho...só para conhecer um pouco a cidade, apesar de, não querendo ferir suscetibilidades, não se puder comparar historicamente com Viana do Castelo, Braga ou Porto. Uma particularidade de Espinho é que as ruas são numeradas, ou seja, não têm nomes de personalidades ou eventos importantes como é habitual, mas sim números.



Saímos da pousada já passava das 11:30, a noite anterior claramente não acabou cedo! Passámos pela Academia de Música, pelo Palacete Rosa Pena, em seguida passeámos pelo convidativo jardim do Parque João de Deus, em pleno coração da cidade, passámos pelo Centro Multimeios, que é o local onde podem assistir a espetáculos de teatro, cinema, palestras de cariz científico ou social, ver exposições e tem até um planetário e observador astronómico que ficámos com pena de não visitar. Depois, parámos de deambular pela cidade para entrar na bela e majestosa Igreja Matriz.






Infelizmente, ficou por visitar o Museu da Cidade que ficava um bocadinho mais longe. Contudo, tínhamos decidido que Espinho seria a nossa paragem de descanso, de reposição de energias, e acima de tudo de praia. Por isso, logicamente, as últimas horinhas nesta cidade costeira, recheada de surfistas e alguns estrangeiros, foram passadas na praia a apanhar um bocadinho de vitamina D.





Como perceberam, o dia não começou cedo e, por isso, em pouco tempo demos por nós de volta à carruagem rumo à quinta e última paragem!


Espero um dia voltar a espinho para praticar kite surf e outros desportos, mas sem dúvida que preciso de calor para tal! 


De resto, esta cidade proporcionou-nos uma pausa na aventura, ótima para recuperar energias e repôr o sono de beleza ahah 


xoxo,
Lua